Domingo 23 Julho 2017

Confisco de Bens: Agente Federal lança livro sobre crimes financeiros

O agente Federal Sólon Linhares lançou, em Curitiba, o livro “Confisco de Bens”. A ideia é desvendar a problemática do crime organizado e como ele age no sistema financeiro.

A obra questiona crimes financeiros e indica formas de combater a corrupção sistêmica. O prefácio foi escrito pelo do Juiz Federal Sergio Moro. O autor explica que o confisco de bens dos corruptos é uma das saídas para inibir a pratica desses crimes. “Sem o confisco de bens o criminoso econômico sempre vai praticar o crime porque compensa”, destacou Sólon Linhares.

As ideias que estão no livro serviram de base para a proposta das 10 medidas contra a corrupção. O autor ajudou na elaboração do pacote anticorrupção que está sendo analisada pelo congresso.

A obra tem prefácio do juiz federal Sérgio Moro e posfácio do procurador do Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol.

De acordo com Linhares, o livro é o resultado aprimorado do seu doutorado, de mais de 5 anos de pesquisa.

Para o autor, o livro pode contribuir na mudança do senso comum, ou seja, o delinquente econômico se pautará pela premissa de que o crime, de fato, não compensa. “O confisco alargado produz essa mudança de paradigma”, ressalta.

Segundo Linhares, a obra é leitura obrigatória para todos os que se dedicam a estudar a problemática do crime organizado, seus tentáculos financeiros e a melhor forma de combatê-lo. “Em um mundo globalizado, os lucros auferidos por organizações criminosas podem ser facilmente dissimulados em ativos postos em qualquer lugar do mundo e a única forma de efetivamente combatê-las é com a sua descapitalização, tarefa árdua ante os estratagemas usados pelos envolvidos”, destaca.

O livro já está à venda e pode ser adquirido diretamente no site da editora.

Sinpef/PR

Agente Federal lança o romance policial “Linha Vermelha” em Niterói/RJ

O livro “Linha Vermelha” é o 4° livro do APF Sandro Araujo que, desta vez, traz o romance policial, como característica de sua literatura. Sem heróis, vencidos ou vencedores, o autor reflete em sua escrita um pouco do seu trabalho, seu mundo e sua visão social. O livro trata de pessoas comuns, em seu dia a dia, que trafegam por uma das vias mais perigosas do Rio de Janeiro.

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O romance "Pipa Voada Sobre Brancas Dunas" e a necessidade da literatura – Substantivo Plural

Uma obra de realismo fantástico que é também barroca,pois apresenta o contraponto entre alegria e dor, sombra e luz, tragédia e comédia". Assim o próprio autor e boa parte da crítica classificam o livro "Pipa voada sobre brancas dunas", do dramaturgo e escritor potiguar Júnior Dalberto.  

A história fala sobre o surreal agrupamento de humanos em suas lidas e labores com o vento de todas as mudanças, a que pode ser submetido. Sem queixas ou louvores, estas pessoas, que podem ser qualquer um de nós ou dos nossos (como adverte o autor), vivem e vivenciam ininterruptamente todos os dramas e comédias que se desdobram alucinadamente pelas mãos de um títere do tempo, implacável e alheio à condição humana. Repleto de cenários comuns e paradoxais as personagens se recriam ininterruptamente num suceder de fatos e fofocas, que lembram uma espécie de "1.001 Noites Árabes" — só que em vez de uma história dentro de uma história trata-se uma crônica dentro da outra.

Episódios hilários se multiplicam e desdobram em tragédias únicas e pessoais que, por sua vez, se abrem em outras sequencias igualmente hilárias e trágicas num ritmo incessante e quase alucinado. As aventuras de Brancas Dunas são cheias de referências interessantes a quase tudo o que é parte da formação da sociedade nordestina onde necessariamente, qualquer semelhança não passa de mero acaso (ou não).

Sobre o Escritor e dramaturgo Junior Dalberto

foto: divulgação“Entrei na Policia Federal através de concurso público em 1981 como Agente de Polícia Federal, como já havia estudado francês, espanhol, um pouco de inglês e italiano, fui trabalhar nos serviços de imigração e estrangeiros. Trabalhei em diversos lugares no Brasil: Brasília, Rio de Janeiro, Acre, Recife, Roraima, São Paulo e Natal.

Durante trinta anos viajei bastante trabalhando por todas as regiões do país e também no exterior. Lidei com um papa, reis, presidentes, índios, bandidos e cidadãos comuns. Conheci da selva amazônica e suas regiões ribeirinhas, aos pampas gaúchos, como também, grandes cidades, fronteiras inóspitas, caatingas, savanas etc. Aproveitei bastante essa experiência para aprender mais sobre culturas, emoções, comportamentos humanos, geografia, costumes, etc. Foi deveras enriquecedor para a minha literatura e dramaturgia escrever com conhecimento de causa, certamente isso me ajuda a dar mais veracidade ao meu trabalho. Tentei na medida do possível conciliar minha carreira artística com a corporação, mas a tempo, percebi que a função de policial demandava exclusividade, e a incompatibilidade das áreas não me possibilitaria atuar conjugadamente, pois ambas exigiam dedicação integral. Apesar de não ter sido uma escolha fácil, acabei optando sabiamente em manter-me no serviço público e continuar colecionando experiências, essas quais, posso garantir, contribuíram substancialmente em boa parte como matéria-prima das minhas obras.

A aposentadoria me serviu como um divisor de águas. Encerrar um ciclo significa iniciar outro, terminava o meu tempo de agente e me preparava para encarar minha mais nova empreitada. O desafio foi lançado quando realmente declarei para mim mesmo que eu deveria me dedicar às artes. Sempre soube o que eu deveria fazer quando me aposentasse, afinal, esperei e acumulei ideias por anos e a minha expectativa era a melhor possível.

“Pipa Voada Sobre Brancas Dunas” foi meu primeiro livro. Passei um ano escrevendo a história. Permiti-me mesclar magia às nossas tradições. Nele estão presentes nossos arquétipos e elementos da nossa natureza e cultura, como: dunas, mar, sol, ventos, e pescadores, religião, numa eterna narração de história. É uma obra repleta de características de vanguarda no gênero realismo fantástico”.

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Direito Fundamental de Reunião e Liberdade de Circulação’ é livro do especialista em Direito Público, Luiz Alcione Gonçalves

‘Direito Fundamental de Reunião e Liberdade de Circulação’ é o novo livro do Policial Federal,  mestre e especialista em Direito Público e graduado em Direito pela Universidade Católica do Salvador , Luiz Alcione Gonçalves, pela editora Juruá.

Segundo o autor, a obra consiste em descrever formas de manifestação das pessoas nas ruas, na tentativa de desvelar os conflitos existentes no exercício do direito fundamental de reunião e da liberdade de circulação, quando da reivindicação de melhores condições à vida, à honra, à intimidade, à liberdade e à dignidade.

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